terça-feira, outubro 31, 2006
segunda-feira, outubro 30, 2006
Testes de queima de resíduos na Secil arrancam "dentro de dias"

Parece que vão ter mesmo início na primeira quinzena de Novembro, os primeiros testes para a queima de resíduos perigosos na cimenteira da Secil, na localidade de Outão em Setúbal, faltando apenas o Instituto do Ambiente emitir a licença de exploração, que depende do resultado da vistoria.

Partido Socialista - Margem Sul
sexta-feira, outubro 27, 2006
Almada Ciclável

- 6% de aumento anual do volume de tráfego nos últimos cinco anos;
- 30 mil veículos por dia no eixo central de Almada – Centro Sul/ Cacilhas:
- 40% das emissões de gases que contribuem para o efeito de estufa são emitidos pelo Sector dos Transportes:
- 66% das viagens realizadas de automóvel em Portugal têm menos de 6 km;
- 1km de ciclovia custa, em média, 10 vezes menos que 1km de via rodoviária.
Resta saber qual o ponto de situação deste projecto tão ambicioso. Como se pode ver no mapa anterior, existem muitas vias ciláveis projectadas, mas a sua contrução efectiva, em certos casos, não saiu do papel.
quinta-feira, outubro 26, 2006
The Gift - Novo Album

Porque a vida tem outros lados, e não só um lado de críticas negativas, aqui fica a sugestão para quem gosta de boa música. Os "The Gift" vão lançar, dia 30 de Outubro, um novo album e o seu primeiro DVD gravado em estúdio.
Almada no seu pior III



segunda-feira, outubro 23, 2006
Território e Cidadania

Será este o tema de uma exposição a inaugurar pela Câmara Municipal de Almada, no próximo dia 27 de Outubro de 2006, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada.
sexta-feira, outubro 20, 2006
Distrito de Setúbal perde verbas do PIDDAC
PIDDAC define 44 milhões destinados ao Eixo Ferroviário Norte-Sul e 31.1 milhões para o Metro Sul do Tejo
Segundo revelou o jornal “Público” , o investimento em PIDDAC cai, no próximo ano, 32% em Setúbal, isto é, os investimentos da Administração Central no distrito, no próximo ano, será de menos 315 milhões de euros, comparativamente ao ano 2006.
Refere-se que a redução do investimento deve-se “a uma acentuada descida dos grandes projectos que se estendem pelos territórios de vários concelhos e não aos projectos concelhios, que em alguns municípios vêm as suas dotações aumentadas”.
Nos investimentos perspectivados para a margem sul, segundo o “Público”, Almada leva 1.9 milhões para a Escola Secundária Romeu Correia, o Barreiro disporá de dois milhões para a Escola Superior de Tecnologia e Palmela receberá 1.5 milhões para EB 2.3 do Poceirão.
São igualmente referidos 3.6 milhões para a estabilização das encostas do Portinho da Arrábida. Refere a noticia que entre os investimentos comuns a vários concelhos, na zona norte do distrito de Setúbal, o PIDDAC define 44 milhões destinados ao Eixo Ferroviário Norte-Sul e 31.1 milhões para o Metro Sul do Tejo.
Almada
2006 – 9.9 milhões de euros
2007 – 5.7 milhões de euros
Variação – (- 42%)
Barreiro
2006 – 8.1 milhões de euros
2007 – 3.5 milhões de euros
Variação – ( - 57%)
Palmela
2006 – 5.4 milhões de euros
2007 – 5.3 milhões de euros
Variação - + 1.8 %
Sesimbra
2006 – 4.8 milhões de euros
2007 – 2.4 milhões de euros
Variação – ( - 49.8%)
Setúbal
2006 – 3 milhões de euros
2007 – 3.1 milhões de euros
Variação - + 2.6 %
Forúm Social Português

Mercado de ciganos do Feijó à espera de solução
“Morangos de estufa no verão”, é assim que Susana, de 23 anos, e também ela vendedora, classifica não só quem ali trabalha de terça a domingo, mas também quem frequenta o mercado. “É um calor que não se pode no verão”, explica. A cobertura do mercado “está mal feita”, refere outro vendedor que preferiu não se identificar, “se estiverem 30 graus na rua aqui estão 60”, situação que “já originou vários desmaios”.
Além disso, no Inverno a água “não escoa para os lados, mas sim para dentro, estragando a mercadoria”, acrescenta o mesmo vendedor. A única solução é mesmo “matar a Maria Emília” (presidente da autarquia de Almada) que “não tem qualidades para os pequenos, só para os grandes”, exalta-se.
O mercado, situado junto a uma via muito movimentada que dá acesso à superfície comercial Almada Fórum, causa também inúmeros constrangimentos de trânsito, devido à falta de estacionamento, o que leva os vendedores a deixarem as carrinhas estacionadas em cima dos passeios junto ao mercado. Os que visitam o mercado também não têm onde estacionar e acabam por fazê-lo em locais proibidos, “depois vem a polícia e multa-os, o que faz com que as pessoas desistam de aqui vir”, conta Luís Silva, vendedor de fruta que também já não acredita num novo mercado.
Também os que frequentam o mercado se queixam da falta de condições do mesmo. É o caso de Maria do Carmo, que refere sobretudo “o calor que ali faz no verão”. Maria Isabel Marques, de 52 anos, frisa a necessidade de “uma instalação nova” e “o perigo que os toldos representam”. Também ela já vendeu fruta naquele mercado, mas apenas nas instalações antigas, que até 1996 ficavam na Praça da Liberdade, em Almada. Mas nesse ano, com a requalificação do espaço, onde se encontra actualmente o Fórum Municipal Romeu Correia, o mercado deslocou-se provisoriamente para o Feijó.
A Câmara de Almada diz ter “muitas preocupações relativamente a este mercado”, que “não apresenta condições, sobretudo a nível de estacionamento” e defende “estar a estudar que projecto irá fazer para ali”, ainda não tendo decidido se “o mercado, com 330 lugares para venda, fica ou sai dali”, explicou ao “Setúbal na Rede” o vereador dos Serviços Urbanos.
Carlos Revés prefere não adiantar datas, mas afirma que a autarquia “quer resolver esta questão a curto prazo”, apontando o início de 2007 para uma decisão quanto ao futuro do Mercado de Levante do Feijó. No entanto, já em 2003, confrontada com as preocupações da população desta freguesia, a câmara disse “estar a elaborar um minucioso estudo sobre o funcionamento daquele mercado para apurar as características que o novo mercado deverá possuir”.
In Setúbal na Rede
Ex-Provedor da República no Monte da Caparica

quinta-feira, outubro 19, 2006
Novo muro de Berlim em Pádua


Também nós temos alguns exemplos em Portugal (Picapau, Quinta da Princesa, Bairro da Jamaica, Vale da Amoreira, Bela Vista,...são só alguns dos exemplos na Margem Sul), bairros caracterizados por existir tráfico de droga, prostituição, procurados por toxicodependentes e onde a polícia tem dificulade em entrar.
Alguns destes guetos são o resultado de políticas erradas de habitação social, ou integração de imigrantes que chegam ao nosso país, desprovidos de meios económicos que permitam adquirir uma habitação condigna, obrigados por isso a construir nos bairros de barracas.
Será a solução adoptada por Pádua, a correcta para resolver os problemas relacionados com a imigração ilegal, prostituição ou tráfico de droga?
Deixo esta questão em aberto como forma de cada um de nós reflectir sobre esta problemática.
quarta-feira, outubro 18, 2006
Portugal vale a pena
Vale a pena ler, para vencermos um pouco o nosso tradicional pessimismo.
Portugal vale a pena
"Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia. Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais. E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde sefazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros). Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar.
E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática. Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive -Portugal.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI,BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos. É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no ambiente, etc. Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha.
E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito. Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque não hão-de osbons serem também seguidos?"
Nicolau Santos, Director - Adjunto do Jornal Expresso In Revista Exportar
terça-feira, outubro 17, 2006
Carros vandalizados em parque da PSP

"Quatro carros foram vandalizados e assaltados dentro do parque da PSP de Almada, em Casas Velhas, freguesia de Caparica. O incidente ocorreu na semana passada e, conforme veio a público, o acto de vandalismo só terá sido detectado depois do proprietário de um dos veículos se ter deslocado ao local para o reaver. "
Há coisas estranhas...
segunda-feira, outubro 16, 2006
Obras falham prazos e orçamentos
"A Grande Lisboa conta com sete obras públicas cuja conclusão está a ser sucessivamente adiada. Erros de projecto são a principal razão apresentada pela Ordem dos Engenheiros para as sucessivas falhas no cumprimento de prazos e orçamentos.
A reabilitação do túnel ferroviário do Rossio, que em Outubro de 2004 fechou à circulação ferroviária perante a ameaça de derrocada, é o mais recente exemplo de obras que não andam nem desandam. Juntam-se-lhe o túnel do Marquês, o túnel do Metro do Terreiro do Paço, o nó ferroviário de Alcântara, o Metro Sul do Tejo, em Almada, e troços da Circular Regional Interior de Lisboa (CRIL) e do Eixo Norte-Sul, ambas ligações rodoviárias.
Costa Polis
sexta-feira, outubro 13, 2006
Almada no seu pior II

Aqui fica mais um exemplo, agora relativo ao estacionamento (ou falta dele), na cidade de Almada. Por toda a cidade e algumas zonas do concelho, os passeios são invadidos por carros e os peões obrigados a fazer verdadeiras provas de obstáculos. De quem é a culpa? Em muitos casos a culpa pode ser atribuída aos próprios construtores e à câmara municipal, que continua a autorizar construções, onde não é assegurado qualquer lugar de garagem/parqueamento para os moradores. Além disso, os responsáveis pelo urbanismo, arquitectos ditos paisagistas, conseguem idealizar as coisas mais descabidas do ponto de vista prático para a generalidade da população.
quinta-feira, outubro 12, 2006
Almada no seu pior I

Considero a cidade de Almada um mau exemplo no que respeita ao Urbanismo. Basta andarmos uns metros para vermos imensos "atentados" ao bom gosto e mobilidade dos cidadãos. Esta foto mostra uma habitação degradada literalmente no meio de um parque de estacionamento, recentemente reabilitado, para servir futuramente o Metro Sul do Tejo.
terça-feira, outubro 10, 2006
3ª Guerra Mundial
segunda-feira, outubro 09, 2006
Nobel da Matemática
sábado, outubro 07, 2006
O outro lado da ponte

Hoje olhei a outra margem (a sul) de uma outra perspectiva. A partir da zona de Belém, Lisboa surge-nos monumental e do outro lado o que vemos? À primeira vista, parece pouco denso, no entanto se observarmos com mais atenção, há imensos atentados a uma zona que poderia ser também ela turística, tal como Vila Nova de Gaia está para o Porto. Desde os armazéns abandonados no Cais do Ginjal, até fábricas que são um verdadeiro atentado para a vista, há de tudo um pouco para estragar a paisagem verde. E quando se passa a ponte para este lado (a sul), o que vemos? Prédios, prédios e mais prédios.
sexta-feira, outubro 06, 2006
O meu primeiro Post
Resolvi começar o meu próprio Blog, depois de perder algum tempo a ler comentários e opiniões de outros Blogs. Tanto que criei uma pasta nos favoritos do meu PC e fiz a seguinte divisão:
- Alentejo
- Cómicos
- Margem Sul
- Política
- Futebol
Os meus interesses não são apenas os temas acima citados, nem os mesmos reflectem alguma ordem de preferência.
Sendo assim, neste espaço que agora surge neste imenso mundo que é a internet, irei aproveitar para escrever um pouco sobre tudo aquilo que me toca enquanto cidadã, não só de Portugal, mas também como cidadã do mundo.